selva de pedra
Arvores sem folhas, tronco de concreto, chumbo e vidro. Solo infértil, negro como a alma dos seres dessa biosfera. Raposas, leões, lobos e serpentes, muito bem trajadas. Os lagos secaram. As lanças e escudos dos caçadores caíram; Hoje, se apossam de canetas e maletas. O céu brilha sem cor, já o extinto primitivo reluz em cada olhar. A paisagem mudou, mas os ideais não. Continuamos sendo os mesmos, talvez, até menos evoluidos. Fazemos parte de uma disputa rotineira, sem regras, sem leis. Vivemos em uma guerra cotidiana, na qual você precisa matar, caso não queira morrer.
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