sábado, 7 de fevereiro de 2015 |

seja o senhor de sua razão


Não dou conselhos, estou além disso. Transcendo tudo isso.
Dou a minha opinião quando é solicitada, e ainda assim, considero um desperdício quando ela é proferida.
Não me importo com o que você irá achar. Não me importo se você irá acatar. Nem da forma que irá soar. Não irei te aconselhar com o que você deve dizer ou fazer, irei apenas te dizer o que na ocasião eu faria.
Você é responsável pelas suas escolhas, você mede as suas consequências. É assim que funciona. Você irá adaptar a minha opinião à sua realidade conforme preferir, de acordo com o que melhor lhe convier, conforme puder.
Não sou senhor da sua razão, sou suserano da minha. Explore o meu pensamento, e siga o rastro das entrelinhas. O feudo é seu. Não quero ser o responsável pela mudança fulminante do pensamento o qual você julga ser o correto, quero que você primeiro ouça o que tenho a dizer, e depois faça o que quiser. Não digo isso para isentar-me da culpa se algo der errado pra você, até porque não sentirei culpa alguma. Digo isso para que você não seja um vassalo eternamente dependente de mim, e saiba formular suas próprias ideias, andar com suas próprias pernas.

E aí, quem sabe algum dia, você não será também senhor da sua razão, assim como eu sou da minha.

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