quinta-feira, 7 de abril de 2016 |

viagens

Faz-me muito bem quando paro um pouco pra pensar na imensidão desse mundo. Posso dizer que conheci o mundo, a fundo. As pessoas, as más e as boas. Fui a muitos lugares, peculiares, de preferência os bares. Criei amizades em todas as extremidades. Explorei culturas, esculturas, pinturas, estruturas, cavernas, tabernas...
Lembro-me de que certa vez, me escondi em um Bunker antigo, situação que ainda não tinha vivido. Nele continha uma biblioteca vasta de livros antigos, muitos que ainda não havia lido. Hemingway, Huxley, Bukowski, Goethe, Kerouac. Sem contar que ali tinha a história do mundo. Recortes sobre Hitler, o Muro de Berlim, a Muralha da China, As Torres Gêmeas, A Guerra Fria... Um lugar e tanto pra quem se interessa pelos fatos mais importantes do mundo.
Tenho saudades de todas essas histórias e o prazer de ter conhecido todos os lugares que tive curiosidade. Nada é melhor do que viajar, explorar. A maior riqueza que eu, nobre mortal, poderia ter, seriam histórias pra contar. E tenho. Permanecerão para sempre comigo em minha memória, até minha morte, e quem sabe, até não se tornem meu epitáfio: “Aqui jaz um homem rico em histórias... conheceu o mundo, e o mundo o conheceu”.

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