quinta-feira, 7 de abril de 2016 |

seja quem você quer ser

Você, alguma vez já se perguntou por que nos filmes torcemos pelos anti-heróis!? Resquícios de coerência e muitos pensamentos deles nos levam a reflexão e nos condicionam a ideia de simpatia. Tá, pode ser que seja apenas a vontade de ver o circo pegar fogo, mas convenhamos que alguns palhaços são até carismáticos.
“- Já passou pela sua cabeça que esses amigos imaginários são coisas da sua cabeça?” - Coringa.
Se você pudesse criar um amigo imaginário ou um alter ego, como ele seria!? Provavelmente seria moldado por você pelo modo ao qual você gostaria de ser. E porque diabos então você não toca sua vida como se fosse esse amigo imaginário!? Porque você não pode ser um Tyler Durden!? Por causa do medo. Medo da mudança, do julgamento das outras pessoas sobre você pela sua liberdade de escolher o que quiser ser e fazer apenas o que quiser. Então, eis uma dica:
“- Primeiro você tem que se entregar, primeiro você tem que saber não temer, saber que um dia você vai morrer.” – Tyler Durden.
Eu sei. Você quer fazer coisas grandiosas que impressionem a todos e que todos notem todo o seu potencial. Portanto, não tema. Encare. Não ter medo da mudança é o que vai te fazer sair do lugar sujo onde está e se preparar para o novo. A essência da vida é vive-la como você realmente quer viver. Ser quem você quiser ser. A partir daí que as pessoas criam amigos imaginários. A grande sacada é não temer a mudança por ir contra alguns padrões pré-estipulados.
“ - Mas eu vejo que está errado porque é contra a sociedade. Todos têm direito a viver e ser felizes sem serem batidos e anavalhados.” – Alex DeLarge.
De fato, todos esses anti-heróis parecem ser incompreendidos. É claro, que, extrapolam na sua “liberdade”. Mas apenas vivem a vida a maneira que eles querem. Às vezes, só precisamos de um empurrãozinho. Ou, não dar explicações. Devemos a nossa mudança apenas a nós mesmos. Temos a liberdade de escolha. E a maior liberdade é a de poder mudar de opinião.
A virtude vem de nós mesmos. É uma escolha que só a nós pertence. Quando um homem perde a capacidade de escolher, deixa de ser homem. Então, Nunca se desculpe para ninguém pelas suas escolhas. Seja o homem que sempre quis ser.

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