O Rebelde
“As pessoas que não podem se rebelar pedem por orientação, querem ser seguidoras. A psicologia delas é a de que ser um seguidor as alivia de todas as responsabilidades; o guia, o mestre, o líder, os messias se tornam responsáveis por tudo. Tudo o que se requer do seguidor é apenas que tenha fé. E apenas ter fé é um outro nome para a escravidão espiritual. O rebelde está em um estado de tremendo amor pela liberdade – liberdade total, nada menos do que isso. Daí ele não ter salvador, mensageiro de Deus, messias ou guia algum; ele simplesmente vive de acordo com sua própria natureza. Ele não segue ninguém, não imita ninguém. Certamente ele escolheu o modo de vida mais perigoso, cheio de responsabilidades, mas de uma alegria e liberdade tremendas.”
“As pessoas têm muito medo daqueles que conhecem a si mesmos. Estes têm um certo poder, uma certa aura e um certo magnetismo, um carisma capaz de libertar os jovens, ainda cheios de vida, do aprisionamento tradicional…O homem iluminado não pode ser escravizado — este é o problema — e não pode ser feito prisioneiro… Todo gênio que tenha conhecido um pouco do seu íntimo está fadado a ser um pouco difícil de ser absorvido: ele deverá ser uma força perturbadora. As massas não querem ser perturbadas, ainda que se encontrem na miséria; estão na miséria, mas estão acostumadas com isso, e qualquer um que não seja um miserável parece um estranho. O homem iluminado é o maior forasteiro do mundo; ele parece não pertencer a ninguém. Nenhuma organização consegue confiná-lo, nenhuma comunidade, nenhuma sociedade, nenhuma nação.”
Osho.
Evil... it's necessary
“But would you kindly ponder this question: What would your good do if
evil didn't exist, and what would the earth look like if all the shadows
disappeared? After all, shadows are cast by things and people. Here is the
shadow of my sword. But shadows also come from trees and living beings.
Do you want to strip the earth of all trees and living things just because
of your fantasy of enjoying naked light? You're stupid.”
― Mikhail Bulgakov, The Master and Margarita
evil didn't exist, and what would the earth look like if all the shadows
disappeared? After all, shadows are cast by things and people. Here is the
shadow of my sword. But shadows also come from trees and living beings.
Do you want to strip the earth of all trees and living things just because
of your fantasy of enjoying naked light? You're stupid.”
― Mikhail Bulgakov, The Master and Margarita
selva de concreto...
Vieni chi i ascolta, si?
Anda pelas ruas como se estivesse rompendo uma várzea de lírios, em cada esquina com a guarda baixa?
Olhos acostumados com o concreto, olfato nulo, ouvidos embebecidos, pensamentos desatentos e tão dispersos quanto os galhos das vegetações logradoras sacudidos pela brisa.
Se soubesse onde reside sua mamma, enviaria minhas condolências, provavelmente seu filho, uma hora ou outra, não voltará para o seu aconchegante leito...
Olhos acostumados com o concreto, olfato nulo, ouvidos embebecidos, pensamentos desatentos e tão dispersos quanto os galhos das vegetações logradoras sacudidos pela brisa.
Se soubesse onde reside sua mamma, enviaria minhas condolências, provavelmente seu filho, uma hora ou outra, não voltará para o seu aconchegante leito...
imigração
Observe o seguinte texto, retirado de uma página do Facebook: “O seu Volkswagen é alemão. Sua vodka é russa. Sua pizza é italiana. O kebab é turco. Sua democracia é grega. Seu café é brasileiro. Seus filmes são americanos. Seu chá é tamil. Sua camisa é indiana. Sua gasolina é da Arábia Saudita. Seus aparelhos eletrônicos são chineses. Seus números árabes, suas letras latinas. E você ainda se queixa de que seu vizinho é um imigrante? Controle-se! (postado na página “The True Activist” em 13 de junho de 2014).
Nem todos podem pagar por um carro alemão. A maioria abrirá mão da vodka. Alguns preferem não beber o café. Outros não vivem em democracias. Mas todos compreendemos o significado da afirmação acima.
Dicas de gerenciamento
1- Seja confiante, mas não cometa exageros. Se acreditar em si mesmo e em sua capacidade, sem dúvida, passará mais credibilidade e as pessoas confiarão em você. Não confunda confiança com arrogância. Confiança demonstra a força do silêncio interior, garantia e confiabilidade. Arrogância é sinônimo de baixa autoestima e denota insegurança.
2- Assuma sua posição. Fale com a certeza de que as outras pessoas vão ouvir e respeitar o que você tem a dizer. Se você duvidar disso, as outras pessoas também duvidarão. Se há algo que você deve aprender é que a insegurança pode ser percebida a distancia.
3- Preencha o espaço com a sua presença. Mantenha uma postura firme, use gestos expansivos. Evite encostar-se em paredes e manter-se curvado, pois isto denota falta de preparo e não transmite confiança.
4- Ouça. O verdadeiro líder passa mais tempo ouvindo do que falando. Ouça as pessoas com atenção, quanto mais você ouvir mais as pessoas falarão e você obterá informações que poderão ser uteis.
5- Acima de tudo, seja um líder. Isso não significa somente assumir o comando de uma situação, mas fazer isto bem feito. Esteja atento se seus funcionários estão se esforçando e cumprindo com suas obrigações. Aplique punições necessárias naqueles que não desempenham seu papel e depois comunique aos outros funcionários para que sirva de exemplo para todos.
importante mudança da minha visão profissional
Atualmente mudei muito a minha forma de pensar,sempre imaginei que seria facil arranjar um emprego mediano... porém nem isso é facil mais, percebi que devo me esforçar cada vez mais pra exceder as expectativas pessoais,tenho que me tornar cada vez melhor e me orgulhar disso... nunca desistir e sempre lutar seguindo meus sonhos de aportações e gastos.
Martelo, pregos e descaso
Martelo, pregos e descaso
Eu fui fundador do Contadino, o galpão de carpintaria mais funcional de Nápoles. Empreguei cerca de apenas vinte funcionários em uma longa existência de sessenta e sete anos, modificando poucas vezes a equipe. Entre todos, somente um homem trabalhou comigo desde a criação.
Encontrei Carmine na rua dormindo em meio aos cachorros. Quando ofereci o emprego, ele não hesitou. Cuidei da sua aparência, ofereci abrigo no estoque dos fundos e ensinei a ele tudo o que um carpinteiro precisava saber. O ex-morador de rua se tornou assíduo, cumpria as ordens, porém muitas vezes enrolava ou fazia de qualquer modo, para logo ir descansar. Herdou da rua a preguiça. E trouxe consigo também, o vicio em bebidas alcoólicas, razão pela qual nunca conseguiu fazer seu dinheiro fluir.
Depois de tanto tempo, o já velho Carmine, devastado pela idade, cansaço e toda bebedeira do decorrer da vida, veio até mim e pediu autorização para se aposentar. Não neguei seu pedido, mas disse que concederia a aposentadoria após a conclusão de um último trabalho. Dito que seria necessário construir uma casa sem ajuda de ninguém, inúmeras caretas de negação se formaram em seu rosto. Demorou, mas depois de tantas desculpas para não fazer, mudou de ideia. Na manhã seguinte entreguei o que seria necessário. Carmine saiu do galpão com a planta, e algumas ferramentas destino ao terreno. Chegando lá, encontrou uma porção de tábuas de qualidade inquestionável. O trabalho foi árduo, nunca vi ninguém terminar algo de tamanha proporção, tão velozmente. A vontade de se livrar do afazer era imensa.
Quando fui analisar o resultado junto a ele, encontrei o esperado. A casa não seguia o projeto da planta. O telhado estava torto, as portas desprendiam e as paredes, estavam bambas. Um empurrão e tudo iria para o chão. Mantendo a inviolável calma comecei dizer a verdade:
“Mine, meu caríssimo amigo, o que três carpinteiros demorariam dois meses para levantar você ergueu sem a ajuda de ninguém em só treze horas. Você sempre fez o que foi pedido, mas o resultado em vezes foi negativo. Entrego-lhe a liberdade para aposentar, e junto, dou a chave da sua casa que sem saber, você construiu com tanta pressa e má vontade. Carmine, se eu houvesse dito antes, o barraco que foi feito com desdém, seria agora um palácio. Você não teria escondido materiais para finalizar mais rápido, e haveria mais dedicação. De agora em diante, faça tudo como se fosse para você. Mesmo que não seja, será".
Eu fui fundador do Contadino, o galpão de carpintaria mais funcional de Nápoles. Empreguei cerca de apenas vinte funcionários em uma longa existência de sessenta e sete anos, modificando poucas vezes a equipe. Entre todos, somente um homem trabalhou comigo desde a criação.
Encontrei Carmine na rua dormindo em meio aos cachorros. Quando ofereci o emprego, ele não hesitou. Cuidei da sua aparência, ofereci abrigo no estoque dos fundos e ensinei a ele tudo o que um carpinteiro precisava saber. O ex-morador de rua se tornou assíduo, cumpria as ordens, porém muitas vezes enrolava ou fazia de qualquer modo, para logo ir descansar. Herdou da rua a preguiça. E trouxe consigo também, o vicio em bebidas alcoólicas, razão pela qual nunca conseguiu fazer seu dinheiro fluir.
Depois de tanto tempo, o já velho Carmine, devastado pela idade, cansaço e toda bebedeira do decorrer da vida, veio até mim e pediu autorização para se aposentar. Não neguei seu pedido, mas disse que concederia a aposentadoria após a conclusão de um último trabalho. Dito que seria necessário construir uma casa sem ajuda de ninguém, inúmeras caretas de negação se formaram em seu rosto. Demorou, mas depois de tantas desculpas para não fazer, mudou de ideia. Na manhã seguinte entreguei o que seria necessário. Carmine saiu do galpão com a planta, e algumas ferramentas destino ao terreno. Chegando lá, encontrou uma porção de tábuas de qualidade inquestionável. O trabalho foi árduo, nunca vi ninguém terminar algo de tamanha proporção, tão velozmente. A vontade de se livrar do afazer era imensa.
Quando fui analisar o resultado junto a ele, encontrei o esperado. A casa não seguia o projeto da planta. O telhado estava torto, as portas desprendiam e as paredes, estavam bambas. Um empurrão e tudo iria para o chão. Mantendo a inviolável calma comecei dizer a verdade:
“Mine, meu caríssimo amigo, o que três carpinteiros demorariam dois meses para levantar você ergueu sem a ajuda de ninguém em só treze horas. Você sempre fez o que foi pedido, mas o resultado em vezes foi negativo. Entrego-lhe a liberdade para aposentar, e junto, dou a chave da sua casa que sem saber, você construiu com tanta pressa e má vontade. Carmine, se eu houvesse dito antes, o barraco que foi feito com desdém, seria agora um palácio. Você não teria escondido materiais para finalizar mais rápido, e haveria mais dedicação. De agora em diante, faça tudo como se fosse para você. Mesmo que não seja, será".
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